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    interfere-se

    intrapessoal | adj. 2 g.

    Que diz respeito ao conhecimento de si ou à relação do indivíduo consigo mesmo (ex.: inteligência intrapessoal; processo intrapessoal)....


    Anomalia da visão que interfere com a perceção das cores....


    deuteranopia | n. f.

    Anomalia da visão que interfere com a perceção da cor verde....


    Conjunto de atividades ou iniciativas do âmbito das relações internacionais, realizadas por entidades regionais, locais ou não ligadas ao governo central, nomeadamente da sociedade civil, para promoção dos seus interesses, sem interferir com a política externa do Estado....


    daltonismo | n. m.

    Anomalia genética da visão que interfere na distinção das cores, em especial o vermelho e o verde....


    marfim | n. m.

    Substância que forma o dente do elefante....


    alelopatia | n. f.

    Fenómeno através do qual um organismo interfere bioquimicamente, de forma direta ou indireta, no crescimento, na sobrevivência ou na reprodução de outro(s) organismo(s) (ex.: alelopatia positiva)....


    protanopia | n. f.

    Anomalia da visão que interfere com a perceção da cor vermelha....


    tritanopia | n. f.

    Anomalia da visão que interfere com a perceção da cor azul....


    fitorregulador | adj. n. m.

    Diz-se de ou substância que interfere com o desenvolvimento das plantas....


    imiscuir | v. pron.

    Fazer ou dizer algo relativamente a alguma coisa ou a alguém que não lhe diz respeito....


    intervir | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Tomar parte em....


    hospedeiro | adj. n. m. | adj. | n. m.

    Que ou quem hospeda....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.