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    intendentes

    almoxarife | n. m.

    Indivíduo responsável por almoxarifado....


    catual | n. m.

    Funcionário público que podia desempenhar funções de chefe de polícia, juiz criminal ou governador da cidade....


    intendência | n. f.

    Direção de negócios, cargo, administração ou repartição de intendente....


    superintendente | adj. 2 g. n. 2 g. | n. 2 g.

    Que ou pessoa que superintende ou tem a direção superior em obras ou trabalhos....


    intendente | adj. 2 g. n. m. | n. 2 g.

    Que ou quem tem por função dirigir ou administrar....


    vedor | adj. n. m.

    Que ou aquele que vê, inspeciona ou fiscaliza....


    begónia | n. f.

    Planta originária das regiões quentes, cultivada pela sua folhagem decorativa e pelas suas flores vivamente coloridas....


    maniquense | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Relativo ou pertencente à vila portuguesa de Manique do Intendente, no concelho da Azambuja....


    condestável | n. m.

    Antigamente, o primeiro dignitário do Reino, chefe do exército....


    factótum | n. m.

    Indivíduo responsável pelos afazeres de outrem....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.