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    insossaste-tos

    chilre | adj. 2 g.

    Que tem pouco tempero....


    sosso | adj.

    Que entra na construção de uma parede sem argamassa (ex.: alvenaria sossa)....


    xebre | adj. 2 g.

    Que não estimula o interesse; sem graça....


    alvenaria | n. f.

    Ofício de alvenel ou de pedreiro....


    chilro | adj. | n. m.

    Que tem pouco tempero (ex.: água chilra; caldo chilro)....


    ingre | adj. 2 g. | n. m.

    Mal cozido (ex.: sopa ingre)....


    insípido | adj.

    Sem sabor (ex.: água insípida; prato insípido)....


    insonso | adj.

    O mesmo que insosso....


    ensosso | adj.

    O mesmo que insosso....


    insosso | adj.

    Que tem pouco ou nenhum sal (ex.: a sopa está insossa)....


    insulso | adj.

    Que tem pouco ou nenhum sal (ex.: comida insulsa)....


    pedra | n. f.

    Substância dura e compacta que forma as rochas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?