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    indignaras-te

    desonesto | adj.

    Em que há desonestidade....


    e | conj. coord.

    Usa-se para ligar por coordenação constituintes ou frases (ex.: comprou uma camisa e uma saia; bandeira azul e branca; entrou e saiu)....


    enquanto | conj.

    Indica duração em simultaneidade; durante o tempo em que (ex.: enquanto estive em casa, o telefone não tocou)....


    puh | interj.

    Designativa de enfado, de aborrecimento ou de indignação....


    revoltante | adj. 2 g.

    Que revolta, que indigna....


    mal-empregado | adj. | interj.

    Que podia ter melhor uso (ex.: talento mal-empregado)....


    Emprega-se para exprimir que um espírito superior não deve ocupar-se de questiúnculas indignas de si....


    A fome tem obrigado muita gente ao atropelo do direito e da justiça, e a procurar ações censuráveis ou indignas ou que ofendem terceiros....


    fónix | interj.

    Exprime admiração, surpresa, espanto, indignação, desagrado ou impaciência....


    cafumango | n. m.

    Indivíduo que não trabalha, que vive na ociosidade....


    escândalo | n. m.

    Ato que pode induzir outrem a mal, a erro ou a pecado; mau exemplo....


    padreco | n. m.

    Padre considerado indigno, ridículo ou de pouco mérito....


    rumor | n. m.

    Ruído surdo e confuso....


    estrilo | n. m.

    Som estridente, ruidoso....


    cólera | n. f.

    Violenta irritação contra o que nos contraria....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?