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    imputavas-lhas

    responsabilizável | adj. 2 g.

    Que se pode ou se deve responsabilizar; a que se pode imputar responsabilidade....


    achaque | n. m.

    Ataque de doença habitual....


    culpa | n. f.

    Falta voluntária contra o dever; omissão; desleixo....


    tacha | n. f.

    Mancha ou marca de sujidade....


    Alegação de que o acusado seria digno de louvor se houvesse praticado o que lhe imputam....


    atrabílis | n. f. 2 núm.

    Bílis negra, à qual se imputava a melancolia, o mau humor, a hipocondria....


    descargo | n. m.

    Desobrigação, alívio de cargo....


    Ato ou efeito de tornar ou ficar responsável, de atribuir ou de assumir a responsabilidade (ex.: responsabilização criminal; o artigo defende a sua responsabilização enquanto administradores)....


    imputador | adj. n. m.

    Que ou aquele que imputa....


    tachador | adj. n. m.

    Que ou o que tacha ou imputa....


    inimputável | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que não se pode atribuir ou imputar a (ex.: resultados inimputáveis à empresa)....


    imputável | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que se pode atribuir ou imputar a (ex.: atraso estrutural imputável aos governos anteriores)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Acabo de reparar que nas Definições - Acordo Ortográfico de 1990 - Variedade do Português - distinguem-se duas Normas, uma Europeia e outra Brasileira. A minha pergunta é: Porque é que a norma utilizada em PORTUGAL é designada por norma europeia - que eu saiba não existe mais nenhum país na Europa cuja língua oficial seja o Português - quando a norma utilizada no Brasil é designada por norma brasileira e não sul americana?
    Vejo isso como uma descriminação em relação ao país onde nasceu a língua portuguesa. Já encontrei na internet entidades, que ganham dinheiro a ensinar a língua portuguesa, a afirmar que o português falado no Brasil é mais puro do que aquele que é falado em Portugal. Duvido que as entidades brasileiras aceitassem de braços caídos que a versão da língua portuguesa que eles falam fosse designada como Norma Sul Americana.