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    imponhamos-mo

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    caluda | interj.

    Expressão usada para impor silêncio....


    chitão | interj.

    Exclamação para impor silêncio ou impedir que se fale sobre determinado assunto....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    psiu | interj.

    Expressão empregada para chamar....


    regressivo | adj.

    Que volta em sentido inverso....


    suntuário | adj.

    Relativo a gasto ou despesa....


    chitom | interj.

    Exclamação para impor silêncio ou impedir que se fale sobre determinado assunto....


    chiu | interj.

    Expressão usada para impor silêncio....


    Que é relativo a ou tem várias fases (ex.: imposto plurifásico)....


    Que distorce ou causa distorção (ex.: efeito distorcionário)....


    psit | interj.

    Expressão empregada para chamar....


    pst | interj.

    Expressão empregada para chamar....


    imune | adj. 2 g.

    Que goza de imunidade (ex.: o organismo tornou-se imune ao vírus)....


    almudeiro | adj. | n. m.

    Que leva um almude....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?