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    honesta-vos

    capaz | adj. 2 g.

    Que tem capacidade para (ex.: o hotel é capaz de alojar duzentas pessoas)....


    decente | adj. 2 g.

    Conforme com a decência....


    idóneo | adj.

    Que é apropriado para alguma coisa....


    honrado | adj.

    Que tem honra; probo....


    inidóneo | adj.

    Que não serve para, que não convém....


    probo | adj.

    Que tem caráter honrado, justo, reto; que age com correção, honestidade, integridade (ex.: cidadãos probos; vida proba)....


    solerte | adj. 2 g.

    Que usa meios desonestos para conseguir algo....


    bandido | n. m.

    Pessoa que vive de roubos ou outras atividades ilícitas....


    honestidade | n. f.

    Qualidade daquele que é honesto....


    moral | adj. 2 g. | n. f. | n. m.

    Relativo à moral....


    limpo | adj. | n. m. | adv.

    Isento de sujidade ou imundície....


    bom-moço | n. m.

    Indivíduo que aparenta ser honesto e sério, mas que não o é na realidade....


    fazenda | n. f.

    Conjunto de bens, haveres....


    malandréu | n. m.

    Indivíduo que trabalha pouco ou não gosta de trabalhar....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?