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    gradasses

    bagado | adj.

    Que tem muita baga....


    pultrudado | adj.

    Que foi obtido por pultrusão (ex.: fibra pultrudada; grade pultrudada)....


    cambiante | adj. 2 g. | n. m.

    Que cambia ou muda, geralmente de forma gradual....


    furta-cor | adj. 2 g. 2 núm. | n. m.

    Que muda gradualmente de cor ou parece mudar gradualmente de cor....


    falido | adj. | n. m.

    Que faliu; falho; pouco grado....


    idade | n. f.

    Tempo transcorrido desde o nascimento ou desde o princípio....


    matiz | n. m.

    Conjunto de cores diversas bem combinadas....


    sola | n. f.

    Couro curtido do boi para calçado, etc....


    Dispositivo que contém grades ou rede, usado para criar um espaço protegido para crianças pequenas....


    muxarabi | n. m.

    Varanda fechada de alto a baixo com uma espécie de grade de malha fina que permite iluminação parcial, arejamento e manutenção da privacidade....


    muxarabiê | n. m.

    Varanda fechada de alto a baixo com uma espécie de grade de malha fina que permite iluminação parcial, arejamento e manutenção da privacidade....


    crescendo | n. m.

    Aumento progressivo e geral....


    engradado | adj. | n. m.

    Que se engradou....


    girão | n. m.

    Retalho de pano....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.