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    guindarmos-vos

    argana | n. f.

    Engenho para mudar grandes pesos de um lugar para outro....


    garibalde | n. m.

    Espécie de guindaste, com uma corrente muito longa....


    monocarril | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Dispositivo de caminho-de-ferro que só utiliza um carril de rolamento, ou qualquer veículo, guindaste e outro dispositivo que se desloca sobre um único carril....


    braga | n. f. | n. f. pl.

    Argola de ferro que prendia a grilheta à perna do forçado....


    reboque | n. m.

    Ação de rebocar....


    guincheiro | n. m.

    Pessoa que manobra um veículo de reboque com guindaste (ex.: ela é a única guincheira da região)....


    titã | n. m.

    Gigante mitológico....


    guincho | n. m.

    Engenho para mudar pesos de um lugar para outro de nível diferente....


    cábrea | n. f.

    Espécie de guindaste para suspender e deslocar pesos, geralmente com duas ou três vigas inclinadas convergentes que se articulam no topo, onde uma roldana sustém o cabo em que se prende a carga....


    grua | n. f.

    Engenho para mudar grandes pesos de um lugar para outro....


    guinda | n. f.

    Corda para içar; ginja....


    guindaste | n. m.

    Engenho para mudar grandes pesos de um lugar para outro....


    guinde | n. m.

    Espécie de jarro indiano para água; gomil....


    sansão | n. m.

    Homem hercúleo....


    linga | n. f.

    Cadeia ou corda que, cingindo um fardo, se prende ao gancho do guindaste para o levantar....


    preguiça | n. f.

    Propensão para não trabalhar....


    alcandorar | v. pron.

    Pousar (ave) em alcândora....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?