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    GUIAMOS-MO

    prévio | adj.

    Feito ou dito com antecipação, antes de outra coisa....


    teleguiado | adj.

    Que é guiado à distância....


    ecoguiado | adj.

    Que é guiado através de ecografia (ex.: procedimentos ecoguiados; biopsia ecoguiada)....


    alinhavo | n. m.

    Cosedura interina a pontos largos para guiar a definitiva....


    diretor | adj. | n. m.

    Que dirige, regula ou administra....


    diretriz | n. f.

    Linha a que se deve subordinar a direção de outras linhas ou a de alguma superfície....


    empirismo | n. m.

    Doutrina ou sistema que só reconhece a experiência como guia seguro....


    facho | n. m.

    Haste que tem uma extremidade com substância inflamável, usada para iluminação ou sinalização....


    rémige | adj. 2 g. | n. f.

    Que rema....


    remígio | n. m.

    Cada uma das penas mais compridas das asas das aves....


    soga | n. f.

    Corda grossa (geralmente feita de esparto); baraço....


    trincheira | n. f.

    Caminho aberto com escavações....


    xambuje | n. m.

    Religioso japonês que serve de guia aos estrangeiros que visitam os templos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?