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    guardemos

    amuado | adj.

    Que tem amuo....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    guardonho | adj.

    Que é muito apegado ao dinheiro ou que gasta pouco....


    tuitivo | adj.

    Que defende; próprio para defesa....


    velado | adj.

    Coberto com véu....


    cave canem | loc.

    Inscrição gravada nos umbrais das casas romanas, e comprovada num mosaico pompeiano, que alerta para a presença de um cão de guarda....


    memorizável | adj. 2 g.

    Que se pode memorizar ou guardar em memória (ex.: número facilmente memorizável; parâmetros de utilizador memorizáveis)....


    locular | adj. 2 g.

    Que tem lóculos separados por septos....


    almocouvar | n. m.

    Pastor que, na guarda de um rebanho, é imediatamente inferior ao maioral....


    alvaçuz | n. m.

    Compartimento, no porão do navio, onde se guardam cabos, ferragens, etc....


    armário | n. m.

    Móvel, geralmente com prateleiras, para guardar ou arrumar objetos variados....


    armazém | n. m.

    Local, geralmente espaçoso, onde se guardam coisas em grandes quantidades (ex.: armazém de géneros alimentícios, armazém de munições)....


    argentário | n. m.

    Móvel para guardar utensílio ou objetos de prata....


    caixa-forte | n. f.

    Compartimento muito seguro, de banco ou empresa, onde se guardam dinheiro, documentos ou objetos de valor....


    camiseira | n. f.

    Costureira que trabalha em camisas....


    camiseiro | adj. | n. m.

    Relativo a ou próprio para camisas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?