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    gengibre

    amomo | n. m.

    Género de plantas a que pertence o gengibre, o cardamomo, etc....


    gengibirra | n. f.

    Bebida fermentada em cuja composição entram frutas, gengibre, ácido tartárico, fermento de pão e água....


    gengibre | n. m.

    Género de plantas herbáceas gengiberáceas, originárias da Ásia....


    jinjibirra | n. f.

    Bebida fermentada em cuja composição entram frutas, gengibre, ácido tartárico, fermento de pão e água....


    quentão | n. m.

    Bebida quente, feita de aguardente de cana ou vinho fervidos com gengibre, canela ou outras especiarias e açúcar....


    zerumba | n. f.

    Variedade de gengibre originária da Índia....


    zerumbete | n. m.

    Variedade de gengibre originária da Índia....


    paracuca | n. f.

    Pedaços pequenos de gengibre torrados com açúcar....


    furrundu | n. m.

    Espécie de doce, feito de cidra ralada, gengibre e açúcar mascavado ou rapadura....


    furrundum | n. m.

    Espécie de doce, feito de cidra ralada, gengibre e açúcar mascavado ou rapadura....


    confeitado | adj.

    Coberto de açúcar, de calda de açúcar ou de creme açucarado (ex.: amêndoa confeitada; bolo confeitado; gengibre confeitado)....


    insosso | adj.

    Que tem pouco sabor (ex.: o gengibre dá gosto até ao prato mais insosso)....


    queimada | n. f.

    Bebida feita com aguardente fervida com açúcar e outros ingredientes como gengibre, limão ou canela....


    zingiberácea | n. f. | n. f. pl.

    Família de plantas monocotiledóneas que tem por tipo o gengibre....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?