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    filtrando-mos

    anticalcário | adj. 2 g. 2 núm.

    Que remove o calcário ou combate a sua formação (ex.: filtro anticalcário)....


    antifumo | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se destina a proteger de fumo (ex.: filtro antifumo; máscara antifumo)....


    filtrante | adj. 2 g.

    Que filtra (ex.: material filtrante; membranas filtrantes)....


    FFP | adj. 2 g.

    Diz-se de dispositivo que cobre parte da face e filtra gases, vapores, partículas de pó fino ou agentes infecciosos ou tóxicos (ex.: máscara FFP; respirador FFP)....


    amavio | n. m.

    Beberagem ou prática que se supunha despertar amor....


    percolação | n. f.

    Ação ou processo de passar um líquido através de interstícios, para o filtrar ou para com ele extrair componentes solúveis de uma substância....


    bisaco | n. m.

    Pequeno saco de pano usado geralmente a tiracolo....


    bissaco | n. m.

    O mesmo que bisaco....


    tatuí | n. m.

    Pequeno tatu, encontrado no Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai, com carapaça de seis ou sete placas móveis....


    carapuço | n. m.

    Cobertura, geralmente redonda, em tecido, para a cabeça....


    coada | n. f.

    Barrela....


    ecrã | n. m.

    Superfície, geralmente branca, na qual se projetam vistas fixas ou animadas....


    estalagmite | n. f.

    Concreção calcária formada no solo das cavidades subterrâneas pela queda lenta das águas que filtram pela abóbada (ex.: uma estalagmite chega por vezes a unir-se a uma estalactite, formando coluna)....


    fervedouro | n. m.

    Movimento, como o de um líquido em ebulição; efervescência....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?