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    Fecho

    Em forma de crescente ou de arco....


    concludente | adj. 2 g.

    Que conclui ou leva a uma conclusão....


    conivente | adj. 2 g.

    Que está de conivência....


    equinocial | adj. 2 g.

    Relativo ao equinócio ou a uma das épocas do ano em que o Sol, no seu movimento anual aparente, passa pelo plano do equador celeste....


    entótico | adj.

    Diz-se dos fenómenos da visão que se manifestam quando os olhos estão fechados....


    Em que há imperfuração; que tem oclusão ou fechamento anormal (ex.: ânus imperfurado)....


    incluso | adj.

    Que está incluído ou contido (ex.: veja a bula inclusa na caixa do medicamento)....


    noctifloro | adj.

    Diz-se das plantas cujas flores se abrem ao anoitecer e se fecham com o dia....


    oclusivo | adj.

    Que produz oclusão....


    ocluso | adj.

    Em que há oclusão....


    opilativo | adj.

    Que causa entupimento ou obstrução; que opila....


    personado | adj.

    Que tem aspeto semelhante ao de um rosto ou focinho....


    emperrado | adj.

    Que abre, fecha ou desliza com dificuldade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?