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    faiscando-to

    faiscante | adj. 2 g.

    Que lança faíscas....


    chispa | n. f.

    Partícula luminosa que salta de um corpo incandescente....


    Corrente que se produz no momento em que se abre ou fecha um circuito percorrido por uma corrente elétrica e que se manifesta por faíscas....


    fagulha | n. f. | n. 2 g.

    Partícula luminosa que se desprende da matéria em combustão....


    faísco | n. m.

    Variedade de prego cuja cabeça tem aproximadamente a forma de asa de mosca....


    faisqueira | n. f.

    Lugar onde se encontram algumas faíscas de ouro....


    faisqueiro | n. m.

    Indivíduo que procura nas minas faíscas de ouro....


    espirro | n. m.

    Movimento convulsivo dos músculos das vias respiratórias seguido de expulsão ruidosa do ar, em consequência de comichão ou excitação na membrana pituitária....


    Instrumento destinado a examinar o comprimento das faíscas elétricas....


    isca | n. f. | interj.

    Alimento que se põe no anzol, para atrair o peixe....


    valverde | n. m.

    Planta herbácea (Bassia scoparia) da família das quenopodiáceas, de folhas pequenas lineares ou lanceoladas e pequenas flores em glomérulos, cultivada como ornamental....


    sideração | n. f.

    Suposta influência de um astro na vida ou na saúde de alguém....


    disrupção | n. f.

    Ato ou efeito de deitar abaixo ou de romper....


    faúlha | n. f.

    Partícula luminosa que se desprende da matéria em combustão....


    abafa-chamas | n. m. 2 núm.

    Utensílio, em forma de campânula, usado geralmente para impedir a combustão de faíscas ou chamas dos escapes dos veículos em locais onde existe concentração de gases explosivos e assim evitar incêndios ou explosões....


    Instrumento com que se mede a faísca elétrica....


    descarga | n. f.

    Ato ou efeito de descarregar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?