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    fulminasse

    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    sideração | n. f.

    Suposta influência de um astro na vida ou na saúde de alguém....


    fulminante | adj. 2 g. | n. m.

    Que lança coriscos ou raios....


    fulminador | adj. n. m.

    Que ou aquilo que fulmina....


    fulminar | v. tr. | v. intr.

    Lançar raios contra ou sobre....


    trovejar | v. intr. | v. tr. e intr. | v. tr. | n. m.

    Haver trovoada; soar o trovão. [Verbo impessoal]...


    varar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Pôr ou ficar em seco (ex.: tenho de varar o barco todos os anos para manutenção; a embarcação varou)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?