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    frouxas

    bambo | adj.

    Que não está retesado....


    Muito mole; desenxabido; frouxo, indolente....


    flácido | adj.

    Frouxo, murcho, mole, brando (como as carnes balofas ou pendentes por falta de rigidez no tecido celular)....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    laxo | adj.

    Que tem folga ou não está esticado....


    márcido | adj.

    Murcho; flácido; sem vigor; frouxo....


    mole | adj. 2 g. | adv.

    Indolente....


    molito | adj.

    Frouxo, indolente....


    negligente | adj. 2 g.

    Que mostra ou aplica pouco cuidado ou atenção ao que faz; que mostra negligência (ex.: funcionário negligente)....


    suxo | adj.

    Que se suxou; bambo; lasso; frouxo....


    tépido | adj.

    Que está pouco quente ou cuja friúra foi quebrada....


    tíbio | adj.

    Que está pouco quente ou cuja frio foi diminuído....


    froixo | adj.

    O mesmo que frouxo....


    lasseiro | adj.

    Que não está apertado ou tem folga....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?