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    FORTIFICARMOS-TO

    atalaiado | adj.

    Guarnecido, fortificado com atalaias ou redutos....


    flanqueado | adj.

    Defendido por meio de flanqueamento....


    torreado | adj.

    Munido, fortificado com torres....


    almedina | n. f.

    Parte mais antiga de uma cidade, geralmente em local elevado e fortificado....


    aringa | n. f.

    Campo fortificado (na África)....


    Obra de fortificação composta de três ângulos salientes e dois reentrantes....


    bastião | n. m.

    Espécie de fortim construído onde as muralhas formam ângulo....


    bastida | n. f.

    Trincheira de paus....


    caminho | n. m.

    Nome genérico de todas as faixas de terreno que conduzem de um a outro lugar....


    escoa | n. f.

    Peça que fortifica o cavername....


    exostro | n. m.

    Ponte que se estabelecia entre os engenhos de bater muralhas e as ameias destas, para os assaltantes entrarem no recinto fortificado....


    gabião | n. m.

    Cesto grande para transporte de terra, adubos ou afins; cesto vindimo....


    gabionada | n. f.

    Fileira de gabiões que protegem uma fortificação....


    falsa-braga | n. f.

    Espécie de muro entre a muralha e o fosso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.