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    folgas

    dessovado | adj.

    Que não tem apanhado sova; que está folgado (animal)....


    folgado | adj.

    Que tem ou tem tido folga, descanso ou pouco trabalho....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    laxo | adj.

    Que tem folga ou não está esticado....


    largado | adj.

    Diz-se do cavalo indómito ou folgado....


    lasseiro | adj.

    Que não está apertado ou tem folga....


    faia | n. f. | n. m.

    Designação dada a várias árvores da família das fagáceas, pertencentes aos géneros Fagus ou Nothofagus....


    larga | n. f. | interj.

    Ato ou efeito de largar....


    manómetro | n. m.

    Instrumento para medir a pressão dos fluidos (gases ou vapores)....


    muda | n. f.

    Ato ou efeito de mudar ou de mudar-se....


    raposeira | n. f.

    Sensação de bem-estar que proporciona o sol brando....


    manógrafo | n. m.

    Instrumento para registar a pressão dos fluidos....


    fôlego | n. m.

    Movimento completo da respiração (aspiração e expiração)....


    folga | n. f.

    Descanso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?