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    finarmos-lhes

    acicular | adj. 2 g.

    Que tem forma fina e pontiaguda, semelhante à forma da agulha (ex.: folha acicular)....


    coado | adj.

    Fundido....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    entrefino | adj.

    Que nem é do mais fino nem do mais grosso; que tem espessura ou granularidade média (ex.: linho entrefino; sal entrefino)....


    espabilado | adj.

    Que mostra habilidade ou ação....


    estrigado | adj.

    Fino, assedado; ralo, pouco denso....


    liso | adj.

    Que tem superfície plana ou sem asperezas; macio; chato....


    mitrado | adj.

    Que tem mitra ou direito de a usar....


    requintado | adj.

    Apurado; fino; alambicado; afetado....


    subulado | adj.

    Terminado superiormente em ponta fina, como a de uma sovela....


    superfino | adj.

    Muito fino (ex.: farinha superfina)....


    tenui- | elem. de comp.

    Exprime a noção de pequenez ou delgadeza....


    ultrafino | adj.

    Que é extremamente fino....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?