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    FENDESTES-MAS

    Que arreganha os dentes por qualquer motivo....


    bífido | adj.

    Repartido ou fendido ao meio....


    bissulco | adj.

    Que está fendido em dois....


    broquento | adj.

    Cheio de brocas ou fendas; chagado; fistuloso....


    dítomo | adj.

    Fendido ao meio....


    estalado | adj.

    Que estalou; rebentado; fendido....


    falho | adj.

    Que tem falha, fenda (ex.: terrina falha)....


    fissípede | adj. 2 g.

    Que tem pé ou unha fendida....


    gretado | adj.

    Que apresenta gretas....


    Que tem o lábio superior fendido....


    lapidícola | adj. 2 g.

    Que vive entre pedras ou se abriga nas fendas e anfractuosidades das pedras....


    multífido | adj.

    Que é fendido ou recortado em várias partes (ex.: folhas multífidas)....


    Diz-se da folha fendida até ao meio do limbo, fazendo lembrar uma pena....


    rúptil | adj. 2 g.

    Que se quebra ou rompe facilmente (ex.: deformações rúpteis na superfície)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?