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    faremos

    abismal | adj. 2 g.

    Relativo a abismo....


    abolsado | adj.

    Que faz pregas ou bolsos (vestido)....


    atual | adj. 2 g.

    Que está em atividade ou exercício no presente; do tempo presente (ex.: o presidente atual é muito diferente do anterior)....


    acurado | adj.

    Feito com muito cuidado e apuro....


    alcióneo | adj.

    Do alcião ou a ele relativo....


    amigdalino | adj.

    Que diz respeito a amêndoa ou é feito com elas....


    aldino | adj.

    Diz-se de certo tipo que foi empregado pelos Aldos e das edições feitas por estes....


    aladroado | adj.

    Inclinado a fazer pequenos furtos....


    amarado | adj.

    Que se fez ao mar....


    amburbial | adj. 2 g.

    Relativo ao sacrifício que os romanos faziam, depois de uma procissão em volta da cidade....


    amendoado | adj.

    Que é feito com amêndoas ou que sabe a amêndoas....


    analítico | adj.

    Que se faz por meio da análise....


    antipelicular | adj. 2 g.

    Que combate ou faz diminuir a caspa....


    anómalo | adj.

    Que encerra anomalia....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?