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    falecessem-me

    enxamplado | adj.

    Batizado em casa por urgência (falecimento da criança que nasceu excessivamente fraca)....


    Expressão jurídica usada para substituir o nome de indivíduo falecido cujos bens estão em inventário....


    predefunto | adj.

    Que já tinha falecido à data de determinado facto (ex.: ao inventário do cônjuge supérstite foi apensado o processo de inventário por óbito do cônjuge predefunto)....


    Que já tinha falecido à data de determinado facto (ex.: os filhos de um sobrinho pré-falecido não herdam, quando concorrem à sucessão com outros sobrinhos vivos)....


    rip | abrev.

    Usa-se para desejar paz depois da morte ou para indicar que algo ou alguém faleceu....


    Em memória de (alguém que já faleceu)....


    de cujus | loc.

    Aquele de quem se trata....


    Cerimónia pela qual o Papa declara digna de veneração alguma pessoa falecida....


    defunto | adj. | n. m.

    Falecido, morto....


    trintário | n. m.

    Exéquias no trigésimo dia depois do falecimento de uma pessoa....


    desígnio | n. m.

    Aquilo que se pretende fazer ou conseguir (ex.: o presidente defende um novo desígnio nacional; o rei cumpriu os desígnios do falecido pai)....


    finado | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Que se finou....


    jacente | adj. 2 g. | n. m.

    Que jaz....


    pêsames | n. m. pl.

    Expressão de sentimento de dor ou pesar pelo falecimento de alguém ou por qualquer grande infortúnio....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?