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    fabricarmos

    Diz-se de certos palitos dos dentes, de fabricação esmerada....


    oleícola | adj. 2 g.

    Relativo à cultura das oliveiras e ao fabrico e comércio de azeite....


    artesanal | adj. 2 g.

    Relativo a artesanato....


    argonauta | n. m.

    Tripulante lendário da nau Argo, na qual, segundo a lenda, os argonautas foram à conquista do Velo de Ouro....


    barege | n. f.

    Antigo tecido de lã, fabricado em Barèges (Pirenéus)....


    beijueira | n. f.

    Mulher que fabrica beijus....


    calaim | n. m.

    Tipo de estanho usado na Índia e outras regiões orientais....


    chicle | n. m.

    Látex que escorre da sapota e é utilizado no fabrico da chiclete....


    chocolataria | n. f.

    Lugar em que se fabrica ou vende chocolate....


    confeção | n. f.

    Ato ou efeito de confecionar....


    confeiteiro | n. m.

    Aquele que fabrica ou vende confeitos ou doces....


    fabricação | n. f.

    Ato ou efeito de fabricar; fabrico....


    fabrico | n. m.

    Ato ou arte de fabricar....


    fabro | n. m.

    Aquele que fabrica....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?