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    exportes-mo

    gandar | n. m.

    Pano grosseiro de algodão que se exportava da Índia para África....


    saca | n. f.

    Ação de sacar....


    sacada | n. f.

    Ato de levar géneros ou mercadorias de uma para outra parte....


    saída | n. f.

    Ato ou efeito de sair....


    bretangil | n. m.

    Tecido de algodão originário de Cambrai, em França, que era exportado para a África oriental, onde também era produzido....


    tirada | n. f.

    Ação de tirar (ex.: a tirada do sal era um trabalho muito duro)....


    bugia | n. f.

    Fêmea do bugio....


    bugio | n. m.

    Designação comum às espécies de primatas....


    guarda-fiscal | n. 2 g.

    Funcionário militarizado pertencente à antiga Guarda Fiscal, instituição que fiscalizava as mercadorias importadas ou exportadas para se opor ao contrabando, nas fronteiras, costas, aeroportos, estações, cais, etc., integrado, a partir de 1993, na Guarda Nacional Republicana....


    obriga | n. f.

    Obrigação....


    Ação de reimportar o que tinha sido exportado....


    turco | adj. | adj. n. m. | n. m.

    Relativo ou pertencente à Turquia, país euro-asiático....


    graneleiro | adj. | adj. n. m.

    Relativo à carga a granel (ex.: exportação graneleira; terminal graneleiro)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.