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    Explorada

    explorável | adj. 2 g.

    Suscetível de ser explorado....


    | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    De modo aviltado (ex.: foram aviltadamente explorados)....


    absentismo | n. m.

    Processo de exploração agrícola em que há um gerente ou feitor intermediário entre o cultivador e o proprietário ausente....


    bare | n. m.

    Vestígio da antiga exploração aurífera na Zambézia....


    bandeirismo | n. m.

    Conjunto de factos referentes à época das bandeiras ou de expedições destinadas a explorar o território brasileiro na época colonial....


    decadismo | n. m.

    Movimento artístico e filosófico do final do século XIX que pretendia afastar-se dos conhecidos processos de criação e explorar uma estética ligada à sensibilidade e ao inconsciente, através do individualismo e da evasão à realidade....


    empresa | n. f.

    Especulação industrial ou mercantil....


    chacal | n. m.

    Designação dada a três espécies de mamíferos carnívoros da família dos canídeos, geralmente maiores do que as raposas e mais pequenos do que os lobos, que se alimentam principalmente com os restos deixados pelos grandes animais, encontradas sobretudo na Ásia, na África e no sudeste europeu....


    facoscopia | n. f.

    Exploração subjetiva ou pessoal dos meios do globo ocular....


    falperra | n. f.

    Lugar infestado por salteadores....


    kibbutz | n. m.

    Herdade israelita de exploração coletiva....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?