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    expanda-os

    tufado | adj.

    Que se tufou ou inchou; cujo volume aumentou (ex.: passava um barco de velas tufadas)....


    expansão | n. f.

    Ato ou efeito de expandir ou expandir-se....


    expansor | adj. | n. m.

    Que alarga ou estende; que expande (ex.: aparelho expansor)....


    limbo | n. m.

    Orla, borda, fímbria....


    gelividade | n. f.

    Propriedade que um material tem de se fender ou expandir sob ação do gelo....


    craniectomia | n. f.

    Cirurgia em que se corta e remove parte da caixa craniana para criar mais espaço para o cérebro se expandir e reduzir a pressão intracraniana elevada....


    franchisador | adj. n. m.

    Que ou quem concede a exploração de um produto, uma marca comercial ou um serviço, através de um contrato, geralmente num sistema de negócio fixo e com pagamento de direitos (ex.: empresa franchisadora; o franchisador expandiu o negócio para outros países)....


    lâmina | n. f.

    Chapa ou folha muito delgada de metal, de vidro ou de outro material....


    deixar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Soltar de si (ex.: alguém deixou um rasto de perfume)....


    desabafar | v. tr. | v. intr.

    Destapar; desagasalhar-se....


    desembuchar | v. tr. | v. tr. e intr.

    Desimpedir aquele ou aquilo que estava embuchado....


    despeitorar | v. tr. | v. pron.

    Expandir-se; desabafar....


    expandir | v. tr., intr. e pron. | v. intr. e pron.

    Dilatar, estender....


    folegar | v. intr.

    Tomar fôlego....


    transbordar | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr.

    Sair para fora das bordas ou dos limites (ex.: o rio transbordou as ribas; o vinho já transborda o copo; a ribeira transborda do leito; os rios transbordaram; o líquido vai transbordar)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?