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    exibires

    alardeado | adj.

    Que é exibido com alarde....


    De exibição ou a ela relativo....


    exibicional | adj. 2 g.

    Relativo a exibição (ex.: qualidade exibicional)....


    exibível | adj. 2 g.

    Que se pode exibir (ex.: a montra tem de estar sempre exibível)....


    escalpo | n. m.

    Porção de couro cabeludo arrancado, por vezes exibida como troféu de guerra....


    gabarolice | n. f.

    Ato ou dito de quem exibe com vaidade feitos inventados ou exagerados....


    garganta | n. f.

    Parte situada entre o esófago e a boca....


    monha | n. f.

    Boneca para exibir penteados, vestuários, etc....


    performance | n. f.

    Resultado obtido em cada uma das exibições em público....


    cartão | n. m.

    Papel grosso e consistente....


    estendal | n. m.

    Estrutura, geralmente feita de corda ou de varas metálicas, onde se coloca a roupa para secar (ex.: pendurar a roupa no estendal)....


    fistor | n. m.

    Pessoa que exibe valentias ou qualidades falsas ou exageradas....


    móvel | adj. 2 g. | n. m. | n. m. pl.

    Que se move ou pode ser movido....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?