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    exerceste-ma

    beneficente | adj. 2 g.

    Que exerce a beneficência....


    coercitivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    coercivo | adj.

    Que exerce ou pode exercer coação; que obriga ou sujeita pela intimidação, pela força ou pela violência....


    compatível | adj. 2 g.

    Que pode existir simultaneamente ou ser exercido com outro ou outros....


    contundente | adj. 2 g.

    Que pode provocar lesão ou contusão pela pressão exercida numa parte do corpo, batendo ou chocando (ex.: arma contundente; instrumento contundente; pancada contundente)....


    cumulativo | adj.

    Que se faz ou se exerce por acumulação....


    encartado | adj.

    Que tem diploma para poder exercer determinada profissão ou atividade....


    exódico | adj.

    Diz-se dos nervos em que a ação se exerce de dentro para fora....


    Relativo à higrometria, ou que serve para a exercer....


    maldito | adj.

    Que foi amaldiçoado....


    novel | adj. 2 g.

    Que existe há pouco tempo....


    operante | adj. 2 g.

    Que opera ou atua....


    potente | adj. 2 g.

    Que tem potência ou poderio; poderoso....


    prepotente | adj. 2 g.

    Muito poderoso, muito influente....


    tangencial | adj. 2 g.

    Da tangência ou da tangente....


    virtual | adj. 2 g.

    Que existe potencialmente e não em ação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?