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    especialize-to

    omnidisciplinar | adj. 2 g.

    Que é relativo a todas as disciplinas (ex.: é impossível uma especialização omnidisciplinar)....


    Que é relativo a ou em que há transporte aéreo especializado de doentes (ex.: departamento aeromédico; evacuação aeromédica; resgate aeromédico; transporte aeromédico)....


    escanção | n. m.

    Profissional especializado em vinhos nos restaurantes....


    mecanógrafo | n. m.

    Pessoa especializada em mecanografia....


    camerata | n. f.

    Grupo musical especializado em música de câmara....


    salão | n. m.

    Sala grande....


    sexólogo | n. m.

    Pessoa que estuda ou é especializada em sexologia....


    bufê | n. m.

    Móvel comprido, geralmente de sala de jantar, dotado de arrumação na parte de baixo (para louça, copos, toalhas) e de um tampo que serve de apoio (para pratos ou travessas com comida) durante as refeições....


    cinotecnia | n. f.

    Conjunto dos estudos, conhecimentos e técnicas ligados à criação e treino de cães, sobretudo para o desempenho de tarefas especializadas, como missões de salvamento....


    cinotécnica | n. f.

    Conjunto dos estudos, conhecimentos e técnicas ligados à criação e treino de cães, sobretudo para o desempenho de tarefas especializadas, como missões de salvamento....


    Grau académico de especialização, conferido a quem já possui uma graduação anterior....


    generalismo | n. m.

    Interesse que não é especializado numa área específica....


    Curso ou atividade de especialização ou de investigação realizado depois de concluído um doutoramento....


    galeto | n. m.

    Frango muito novo, geralmente assado no espeto (ex.: galeto desossado com polenta)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.