Pesquisa nas Definições por:

    engendrava

    inventivo | adj.

    Que tem o dom da invenção ou da criatividade (ex.: criança inventiva)....


    arquiteto | n. m.

    Pessoa que tem como profissão idealizar e projetar edifícios ou espaços arquitetónicos, podendo também dirigir a sua construção....


    urdimaças | n. 2 g. 2 núm.

    Pessoa que arma logros ou enganos, ou engendra tramoias....


    Ato ou efeito de engendrar ou de se engendrar....


    Ato ou efeito de engendrar ou de se engendrar....


    monofiodonte | adj. 2 g. n. m.

    Que ou o que tem uma só dentição ao longo de toda a vida....


    artificiar | v. tr.

    Fazer com artifício, com arte....


    engendrar | v. tr. | v. pron.

    Dar origem a....


    tecer | v. tr. e intr. | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Formar um tecido, uma obra de tear ou outra trama com a passagem repetida de um fio ou afim alternadamente por cima e por baixou de outros dispostos perpendicularmente (ex.: o artesão tece mantas; a máquina tece a grande velocidade)....


    arranjar | v. tr. | v. tr. e pron. | v. pron.

    Pôr em ordem ou com os objetos no local apropriado....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?