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    expie

    expiável | adj. 2 g.

    Que pode ser expiado ou remido....


    penitência | n. f.

    Qualquer ato de mortificação interior ou exterior....


    holocausto | n. m.

    Sacrifício em que a vítima era consumida pelo fogo....


    presídio | n. m.

    Ato de defender um forte ou uma praça militar....


    yom kippur | n. m.

    Dia santo do calendário judaico, que celebra o arrependimento, a expiação e o perdão dos pecados. (Geralmente com inicial maiúscula.)...


    espia | n. f.

    Cabo com que se amarram embarcações....


    espia | n. 2 g.

    Pessoa que espreita ou observa escondidamente....


    prisão | n. f.

    Ato de prender....


    amargar | v. tr. e intr. | v. tr., intr. e pron. | v. tr.

    Ter sabor amargo, azedo....


    espiar | v. tr.

    Observar ou ouvir secretamente, para obter informações....


    espiar | v. tr.

    Segurar com espias (ex.: espiar o navio; espiar a tenda)....


    expiar | v. tr.

    Remir (culpas ou delitos) pelo cumprimento de pena ou penitência....


    pagar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Dar o preço estipulado por (coisa vendida ou serviço feito)....


    purgar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Limpar, purificar pela eliminação das impurezas ou matérias estranhas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.