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    experimentou-as

    calafriado | adj.

    Que experimenta calafrio ou contração rápida da pele com sensação de frio....


    Versado, prático, entendedor, conhecedor, que foi submetido a prova....


    provado | adj.

    Sabido; experimentado....


    provecto | adj.

    Que tem feito progresso (ex.: aluno provecto)....


    sazonado | adj.

    Maduro, amadurecido....


    versado | adj.

    Que tem prática, experiência, conhecimento....


    tarimbado | adj.

    Que tem muita experiência em alguma área ou função....


    Locução que se emprega a propósito de experiências científicas feitas originariamente em animais: Experimentar o efeito de um veneno in anima vili....


    in vivo | adj. 2 g. 2 núm. | adv.

    Que acontece num organismo vivo (ex.: experimentação in vivo; modelo in vivo; testes in vivo)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?