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    evitavam-vos

    antigás | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se destina a evitar ou atenuar os efeitos de gases tóxicos (ex.: filtros antigás; máscara de proteção antigás)....


    Feito sem as formalidades legais, e até evitando-as....


    evitável | adj. 2 g.

    Que se pode evitar....


    Que promove a coagulação essencial e evita as hemorragias (ex.: fator anti-hemofílico; globulina anti-hemofílica)....


    ignífugo | adj.

    Que serve para evitar incêndios....


    vicário | adj.

    Que substitui ou faz as vezes de outrem....


    vitando | adj.

    Que se deve evitar....


    isola | interj.

    Exprime vontade de evitar azar ou mau agouro....


    vitável | adj. 2 g.

    Que se deve evitar....


    antimotim | adj. 2 g. 2 núm.

    Que se destina a evitar ou a combater motins (ex.: blindados antimotim)....


    Que pretende evitar ou reduzir a eletricidade estática (ex.: calçado antiestático, pulseira antiestática)....


    eludível | adj. 2 g.

    Que se pode evitar com engenho....


    Que pretende ter ou tem o poder de afastar o mal....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?