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    estimulas-me

    ajupe | interj.

    Palavra usada pelos tropeiros para estimular os animais....


    chofrado | adj.

    Que recebeu tiro ou pancada de chofre....


    hepe | interj.

    Emprega-se para estimular os animais em marcha....


    prónubo | adj.

    Pertencente ou relativo ao noivo ou à noiva....


    Relativo ao ecoturismo ou a turismo que respeita o meio ambiente e que estimula a educação ambiental (ex.: áreas de interesse ecoturístico; empreendimento ecoturístico)....


    motivante | adj. 2 g.

    Que estimula ou impulsiona a motivação; que motiva....


    Cujo efeito é semelhante ao que se obtém quando se estimula o sistema nervoso simpático....


    Cujo efeito é semelhante ao que se obtém quando se estimula o sistema nervoso parassimpático....


    salsa | n. f. | n. m.

    Planta (Petroselinum crispum) da família das apiáceas, de folhas partidas, muito usada na cozinha....


    siririca | adj. 2 g. | n. f.

    Tonto; doidivanas....


    pilates | n. m. 2 núm.

    Método de exercício físico que visa desenvolver a força e a flexibilidade musculares e estimular o equilíbrio entre a mente e o corpo, através da execução de movimentos controlados, coordenados e precisos....


    acuta | n. f.

    Instrumento para medir ângulos....


    anfetamina | n. f.

    Substância que estimula o sistema nervoso central, por vezes empregada em terapêutica....


    desenjoativo | adj. | n. m.

    Que tem a virtude de desenjoar....


    isca | n. f. | interj.

    Alimento que se põe no anzol, para atrair o peixe....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?