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    estimardes-me

    bem-visto | adj.

    Que é considerado, estimado....


    benquisto | adj.

    Que é alvo de muita estima ou afeição....


    inestimável | adj. 2 g.

    Que não se pode calcular ou estimar (ex.: valor inestimável)....


    prezado | adj.

    Muito querido, muito estimado....


    quisto | adj.

    Querido, amado, estimado, aceite....


    estimado | adj.

    Que se estimou (ex.: valor estimado)....


    respeitado | adj.

    Que se respeitou ou respeita....


    calculado | adj.

    Que se calculou; que foi obtido através de cálculo....


    dileção | n. f.

    Afeição muito especial....


    furão | n. m.

    Mamífero carnívoro (Mustela putorius furo), da família dos mustelídeos, de corpo longo e delgado, patas curtas, cabeça triangular, orelhas curtas e arredondadas, cauda e pelagem fofas, usado como auxiliar em certas caçadas para fazer sair os coelhos das tocas e, mais recentemente, como animal de estimação....


    xerimbabo | n. m.

    Designação genérica de animal de criação ou de estimação....


    autofilia | n. f.

    Amor ou estima exagerados de si mesmo....


    Sentimento de uma pessoa que estima ou quer bem a outrem....


    amiga | n. f.

    Mulher que estima ou ama outra pessoa....


    bombarato | n. m.

    Pouca conta, pouca estimação....


    caro | adj. | adv. | n. m.

    Que custa mais dinheiro que aquele que se pode ou se quer gastar....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?