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    espigarmos-ta

    aristado | adj.

    Que tem arestas ou praganas....


    bagado | adj.

    Que tem muita baga....


    Que lavra por sua conta e risco....


    Cujas flores estão dispostas em espiga....


    arreigada | n. f. | n. f. pl.

    Espiga das unhas....


    aresta | n. f.

    Prolongamento fino e pontiagudo da inflorescência das gramíneas....


    caibro | n. m.

    Cada um dos paus grossos que ligam o frechal à cumeeira do telhado e sobre os quais assentam as ripas....


    debulha | n. f.

    Operação de separar o grão da espiga....


    erva-gigante | n. f.

    Planta herbácea perene (Acanthus mollis) da família das acantáceas, de caule simples e ereto, folhas longas, largas, denticuladas, lustrosas e verde-escuras, flores brancas dispostas em espiga, nativa da região mediterrânica e do Norte de África....


    gabela | n. f.

    Punhado de espigas cortadas....


    gangão | n. m.

    Espiga de milho atrofiada, com poucos grãos....


    painço | n. m.

    Designação dada a várias plantas da família das gramíneas, de espigas e grãos semelhantes aos do milho, usadas na alimentação e como forragem....


    penacheiro | n. m.

    Designação comum às plantas do género Callistemon, da família das mirtáceas, de origem australiana, de folhas lanceoladas e inflorescências em forma de espiga....


    relva | n. f.

    Erva miúda antes de ter a espiga....


    sabugo | n. m.

    Parte da cabeça do dedo onde a unha se encrava e adere....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?