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    espessastes-lhos

    cársico | adj.

    Diz-se do relevo característico das regiões em que as rochas calcárias constituem espessas camadas fundamentais e que resulta da ação, em grande parte subterrânea, de águas dissolventes....


    crassipene | adj. 2 g.

    Que tem penas espessas....


    crasso | adj.

    Grosso, espesso....


    consistente | adj. 2 g.

    Que tem certa consistência....


    rarefeito | adj.

    Que se rarefaz, menos denso; menos espesso; dilatado....


    raro | adj. | adv. | n. m.

    Que não fácil de encontrar....


    ténue | adj. 2 g.

    Pouco espesso, pouco denso....


    vergê | adj. 2 g.

    Diz-se do papel, geralmente espesso, cuja textura tem estrias ou vergaduras....


    ralo | adj.

    Pouco denso....


    crassi- | elem. de comp.

    Exprime a noção de grosso (ex.: crassicaude)....


    acantose | n. f.

    Espessamento da camada da pele....


    barbudo | adj. | n. m.

    Que tem barbas compridas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?