Pesquisa nas Definições por:

    especializas-to

    omnidisciplinar | adj. 2 g.

    Que é relativo a todas as disciplinas (ex.: é impossível uma especialização omnidisciplinar)....


    Que é relativo a ou em que há transporte aéreo especializado de doentes (ex.: departamento aeromédico; evacuação aeromédica; resgate aeromédico; transporte aeromédico)....


    escanção | n. m.

    Profissional especializado em vinhos nos restaurantes....


    mecanógrafo | n. m.

    Pessoa especializada em mecanografia....


    camerata | n. f.

    Grupo musical especializado em música de câmara....


    salão | n. m.

    Sala grande....


    sexólogo | n. m.

    Pessoa que estuda ou é especializada em sexologia....


    bufê | n. m.

    Móvel comprido, geralmente de sala de jantar, dotado de arrumação na parte de baixo (para louça, copos, toalhas) e de um tampo que serve de apoio (para pratos ou travessas com comida) durante as refeições....


    cinotecnia | n. f.

    Conjunto dos estudos, conhecimentos e técnicas ligados à criação e treino de cães, sobretudo para o desempenho de tarefas especializadas, como missões de salvamento....


    cinotécnica | n. f.

    Conjunto dos estudos, conhecimentos e técnicas ligados à criação e treino de cães, sobretudo para o desempenho de tarefas especializadas, como missões de salvamento....


    Grau académico de especialização, conferido a quem já possui uma graduação anterior....


    generalismo | n. m.

    Interesse que não é especializado numa área específica....


    Curso ou atividade de especialização ou de investigação realizado depois de concluído um doutoramento....


    galeto | n. m.

    Frango muito novo, geralmente assado no espeto (ex.: galeto desossado com polenta)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?