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    espadeirou-nos

    açacalador | n. m.

    Oficial de espadeiro que tem como função polir as lâminas....


    peixe-espada | n. m.

    Designação dada a várias espécies de peixes marítimos esguios, compridos e em forma de espada....


    espadal | n. m.

    Casta de uva tinta....


    alfageme | n. m.

    Barbeiro que afiava armas brancas....


    espadeiro | n. m. | adj.

    Fabricante ou vendedor de espadas....


    ventosa | n. f.

    Vaso ou copo que se aplica sobre a pele para obter pela rarefação do ar uma irritação local....


    espadeira | n. f.

    Planta arbórea (Eperua falcata) da família das leguminosas....


    apazeiro | n. m.

    Planta arbórea (Eperua falcata) da família das leguminosas....


    apá | n. m.

    Cesto entrançado de fibras vegetais, usado como peneira....


    frade | n. m.

    Homem que se tornou membro de ordem religiosa. [Feminino: freira.]...


    espadagar | v. tr.

    Dar pranchadas em; golpear com espada....


    espadeirar | v. tr.

    Dar pranchadas em; golpear com espada....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?