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    esfarrapas-lhos

    esbandalho | adj.

    Separado em bandos, tresmalhado; destruído; esfarrapado....


    gironado | adj.

    Que tem girão; cheio de girões; esfarrapado....


    semirroto | adj.

    Meio roto ou esfarrapado....


    cheringalho | n. m.

    Pessoa que se veste mal ou com roupas esfarrapadas....


    futre | n. m.

    Indivíduo muito apegado ao dinheiro....


    molambo | n. m.

    Pedaço de pano, geralmente velho e em mau estado....


    pelitrapo | n. m.

    Esfarrapado; maltrapilho....


    busilhão | n. m.

    Monte de lixo ou de roupa suja....


    andrajo | n. m. | n. m. pl.

    Trapo velho....


    tabardão | n. m.

    Homem vestido com roupas esfarrapadas....


    farroupa | n. 2 g.

    Pessoa esfarrapada....


    molambento | adj. n. m.

    Diz-se de ou indivíduo roto, esfarrapado....


    farroupilha | n. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Pessoa esfarrapada ou andrajosa....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?