Pesquisa nas Definições por:

    esfalfarmos-tas

    abombado | adj.

    Cansado; arquejante; esfalfado....


    esfalfamento | n. m.

    Enfraquecimento geral mórbido, grande cansaço....


    escalfar | v. tr.

    Aquecer ou deixar estar num recipiente em que se conserva água muito quente (ex.: escalfar os pés)....


    escalpar | v. tr.

    Arrancar a pele do crânio a....


    esfalfar | v. tr. | v. pron.

    Extenuar, esgotar as forças a, por trabalho ou esforço excessivo....


    estazar | v. tr.

    Causar cansaço extremo a um animal (ex.: estazar o cavalo)....


    estrefegar | v. tr.

    Escorraçar (uma cavalgadura) até a esfalfar....


    estrompar | v. tr. e pron.

    Fatigar, esfalfar; estragar, arruinar....


    exaurir | v. tr. e pron.

    Gastar ou gastar-se até não haver mais....


    escanzurrar | v. tr. e pron.

    Tornar ou ficar cansado por excesso de trabalho ou de esforço....


    esfalfado | adj. | n. m.

    Que se esfalfou; que está sem forças ou enfraquecido pelo trabalho....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?