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    escusavas-nos

    escuso | adj.

    Que se escusou ou foi objeto de escusa....


    escusado | adj.

    Que se escusou ou foi objeto de escusa....


    desculpa | n. f.

    Perdão de culpa ou ofensa....


    dispensa | n. f.

    Ato ou efeito de dispensar....


    bengo | n. m.

    Viela tortuosa....


    escusa | n. f.

    Ato ou efeito de escusar(-se)....


    escuro | adj. | n. m.

    Em que não há claridade ou luz suficiente (ex.: noite escura; quarto escuro)....


    escusador | adj. n. m.

    Que ou aquele que escusa....


    escuso | adj.

    Que não tem muita visibilidade (ex.: cantos escusos)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?