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    esclerosaras-ta

    Relativo a nevróglia (ex.: células nevróglicas, esclerose nevróglica)....


    esclerose | n. f.

    Endurecimento patológico dos tecidos....


    xerose | n. f.

    Estado patológico caracterizado por secura e esclerose da pele ou das mucosas (ex.: xerose cutânea)....


    Esclerose, endurecimento do tecido do coração....


    Ato ou efeito de esclerosar ou de se esclerosar....


    Endurecimento e turvação do cristalino; catarata incipiente....


    líquen | n. m.

    Ser vivo que corresponde à associação em simbiose de uma alga e um fungo, encontrado em muros, rochedos, troncos de árvores, etc....


    Desclassificação tecnológica do material industrial, motivada pela aparição de um material mais moderno....


    xerótico | adj.

    Relativo a xerose ou que apresenta xerose ou secura e esclerose (ex.: eczema xerótico; pele xerótica; prurido xerótico)....


    Relativo a amiotrofia ou que apresenta amiotrofia (ex.: esclerose amiotrófica)....


    esclerosar | v. tr. | v. pron.

    Provocar artificialmente a esclerose....


    Afeção degenerativa das artérias, muito espalhada, que associa as lesões da arteriosclerose e do ateroma....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.