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    escapam-se-mas

    supérstite | adj. 2 g.

    Que sobrevive (ex.: cônjuge supérstite)....


    Aplica-se figuradamente aos que, por descuido ou esquecimento, deixam escapar um bom negócio....


    Expressão usada para afirmar que o vinho torna a pessoa expansiva e desinibida e a verdade pode escapar-lhe involuntariamente....


    Título de uma fábula de La Fontaine que se tornou locução proverbial (ex.: l'oeil du maître nada deixa escapar)....


    escapatória | n. f.

    Maneira de escapar a algo desagradável ou difícil....


    escape | n. m. | adj. 2 g.

    Ato de escapar....


    escapo | adj. | n. m.

    Fora de perigo....


    exosfera | n. f.

    Camada de atmosfera, acima da ionosfera, que se estende para além de 1000 km de altitude aproximadamente, onde as moléculas mais leves escapam à gravidade e se elevam lentamente para o espaço interplanetário....


    fagulha | n. f. | n. 2 g.

    Partícula luminosa que se desprende da matéria em combustão....


    orveto | n. m.

    Designação dada a vários lagartos da família dos anguídeos, de corpo muito alongado, membros ausentes e com o corpo coberto de escamas, podendo perder a cauda para escapar de predadores....


    palheta | n. f. | n. f. pl.

    Lâmina ou pequena placa....


    tubo | n. m.

    Canal mais ou menos cilíndrico que serve de ducto a fluido....


    Designação dada a vários lagartos da família dos anguídeos, de corpo muito alongado, membros ausentes e com o corpo coberto de escamas, podendo perder a cauda para escapar de predadores....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.