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    escapam-mos

    supérstite | adj. 2 g.

    Que sobrevive (ex.: cônjuge supérstite)....


    Aplica-se figuradamente aos que, por descuido ou esquecimento, deixam escapar um bom negócio....


    Expressão usada para afirmar que o vinho torna a pessoa expansiva e desinibida e a verdade pode escapar-lhe involuntariamente....


    Título de uma fábula de La Fontaine que se tornou locução proverbial (ex.: l'oeil du maître nada deixa escapar)....


    escapatória | n. f.

    Maneira de escapar a algo desagradável ou difícil....


    escape | n. m. | adj. 2 g.

    Ato de escapar....


    escapo | adj. | n. m.

    Fora de perigo....


    exosfera | n. f.

    Camada de atmosfera, acima da ionosfera, que se estende para além de 1000 km de altitude aproximadamente, onde as moléculas mais leves escapam à gravidade e se elevam lentamente para o espaço interplanetário....


    fagulha | n. f. | n. 2 g.

    Partícula luminosa que se desprende da matéria em combustão....


    orveto | n. m.

    Designação dada a vários lagartos da família dos anguídeos, de corpo muito alongado, membros ausentes e com o corpo coberto de escamas, podendo perder a cauda para escapar de predadores....


    palheta | n. f. | n. f. pl.

    Lâmina ou pequena placa....


    tubo | n. m.

    Canal mais ou menos cilíndrico que serve de ducto a fluido....


    Designação dada a vários lagartos da família dos anguídeos, de corpo muito alongado, membros ausentes e com o corpo coberto de escamas, podendo perder a cauda para escapar de predadores....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?