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    enxertamos-me

    adotivo | adj.

    Relativo a adoção....


    gemado | adj.

    Que tem gemas....


    dermátomo | n. m.

    Área da pele cujas fibras nervosas provêm do mesmo nervo espinal (ex.: dermátomos cervicais; dermátomos lombares e dos membros inferiores; dermátomos torácicos)....


    botadia | n. f.

    Mergulhia de bacelo enxertado....


    oculação | n. f.

    Ato de enxertar numa árvore um olho ou gomo de outra....


    encostia | n. f.

    Técnica de enxerto que consiste em dar um corte lateral no ramo em que se faz o enxerto e no ramo que vai ser colocado junto a esse, uni-los e depois atá-los....


    borbulhia | n. f.

    Técnica de enxerto que consiste em fazer um corte no ramo em que se faz o enxerto e aí colocar um rebento de outra planta, unindo as duas partes....


    estirpe | n. f.

    Parte do vegetal que se desenvolve dentro da terra....


    enxertário | n. m.

    Conjunto dos cabos que atracam as vergas aos mastaréus....


    enxertia | n. f.

    Trabalho de enxertar....


    Instrumento para medir o dorso dos garfos de enxertia....


    Tronco ou ramo em que se coloca o enxerto....


    brulha | n. f.

    Enxerto de borbulha ou escudete....


    catapereiro | n. m.

    Pereira silvestre para enxertar....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.