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    enxergarmos

    xerga | n. f.

    Tecido grosseiro de lã....


    enxerga | n. f.

    Espécie de colchão de palha....


    enxergão | n. m.

    Espécie de colchão ou almofadão, cheio em geral de palha apertada, sobre que se deita o colchão da cama....


    rabeca | n. f. | n. 2 g.

    Instrumento musical semelhante ao violino, um pouco maior e de timbre mais baixo....


    sorna | n. f. | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Indolência; inércia....


    abispar | v. tr. | v. pron.

    Ver a custo....


    bispar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Avistar ou ver a custo....


    declinar | v. intr. | v. tr.

    Afastar-se de um ponto fixo....


    descortinar | v. tr.

    Tirar ou correr as cortinas de....


    divisar | v. tr.

    Ver, enxergar, avistar (ao longe ou confusamente)....


    enxergar | v. tr.

    Divisar; perceber; entrever....


    ver | v. tr. | v. pron. | n. m.

    Exercer o sentido da vista sobre....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?