Pesquisa nas Definições por:

    entraves

    Palavras proféticas e fatídicas que mão invisível escreveu nas paredes da sala em que Baltasar se entregava à sua última orgia, ao mesmo tempo que Ciro entrava na Babilónia....


    diabo | n. m. | interj.

    Conjunto de muitas coisas, fora do comum ou não, geralmente enumeradas ou em simultâneo (ex.: defendeu-se alegando dificuldades financeiras, entraves jurídicos, o diabo a quatro)....


    palafrém | n. m.

    Cavalo benfeito e adestrado, e particularmente o que era destinado a uma senhora....


    entraval | n. m.

    Vala paralela ao tabuleiro do sal da parte da salina que compreende o meio das duas filas inferiores....


    Capacidade de tornar algo complicado, difícil, de colocar entraves ou problemas (ex.: o projeto avança mais rápido sem complicómetro)....


    Sistema dos que, numa assembleia, entravam sistematicamente a discussão....


    piso | n. m.

    Modo de pisar ou de andar....


    párodo | n. m.

    Momento de entrada do coro, no teatro grego....


    nada | pron. indef. | n. m. | adv.

    Usa-se para referir a ausência total de objetos, coisas, ideias, conceitos, etc. (ex.: estava escuro e não vi nada; nada lhe despertou a atenção)....


    entravar | v. tr.

    Impedir a deslocação ou o movimento....


    entrevar | v. tr., intr. e pron.

    Tolher, diminuir ou perder os movimentos das articulações ou dos membros....


    entrevar | v. tr. e pron.

    Cobrir ou rodear-se de trevas....


    interstício | n. m.

    Intervalo que separa moléculas de um corpo ou órgãos contíguos, mas não unidos (ex.: interstício interlobular)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?