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    enterram-no

    depresso | adj.

    Em estado de depressão....


    deprimente | adj. 2 g.

    Que deprime ou causa depressão....


    sepultado | adj.

    Que se sepultou; enterrado; inumado....


    camotim | n. m.

    Grande pote de barro onde algumas tribos indígenas metiam cadáveres para os enterrar....


    funeral | adj. 2 g. | n. m.

    Relativo à morte ou às cerimónias relacionadas com a morte....


    impacte | n. m.

    O mesmo que impacto....


    impacto | adj. | n. m.

    Metido à força....


    pulga-do-mar | n. f.

    Crustáceo que vive enterrado na areia e dá saltos semelhantes aos das pulgas....


    saimento | n. m.

    Ação ou efeito de sair....


    síndone | n. m.

    Espécie de lençol usado pelos romanos e empregado especialmente em envolver os cadáveres quando se enterravam....


    tumba | n. f. | n. 2 g.

    Abertura onde se enterra um morto....


    túmulo | n. m.

    Monumento elevado à memória de um morto nele encerrado....


    piramboia | n. f.

    Peixe encontrado na Amazónia e no Paraguai, que, durante a estação seca, se enterra na lama....


    ataúde | n. m.

    Caixa comprida, destinada a conter o corpo do defunto que vai ser enterrado ou cremado....


    botija | n. f.

    Frasco cilíndrico de grés, de boca estreita e gargalo curto....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.